fbpx

Saiba tudo sobre as Oficinas de Férias do MundoMaker!

Dias inesquecíveis, com muita mão na massa, conteúdo, tecnologia e diversão: assim são as férias no MundoMaker! Aqui, seu filho terá a oportunidade de aprender robótica, programação, mecânica e eletrônica e ainda manusear ferramentas de uma oficina de verdade e outras inovadoras, como a impressora 3D e a cortadora a laser. O resultado de tanto aprendizado é um projeto incrível que pode ser levado para casa, como um parque de diversões, um robô, um lançador de aviões ou até mesmo esse xilofone da foto!

Na nossa escola maker, competências socioemocionais, como criatividade, espírito de equipe, planejamento, cooperação, empatia, tolerância, respeito, resiliência, aprendizagem por meio do erro e pensamento crítico são estimuladas o tempo todo para que cada um desperte o melhor que há dentro de si.

As oficinas são voltadas para crianças de 6 a 15 anos e acontecerão entre dezembro e janeiro, nas unidades Vila Madalena, Berrini e Morumbi Town, em dois horários: das 9 às 12 ou das 14:30 às 17:30.

Garanta sua vaga em www.mundomaker.cc/ferias. Para falar com a gente, é só ligar para (11) 93807-2345 (Vila Madalena), (11) 98944-4335 (Morumbi Town) e 97695 0176 (Berrini) ou mandar e-mail para ola@mundomaker.cc.

Aqueles que se matricularem até 30 de novembro ganham 10% de desconto!

Seu filho jamais irá esquecer essa experiência! 🙂

Como construir o pensamento crítico a partir de seis perguntas

A forma como você constrói o pensamento crítico está relacionada ao próprio processo de aprendizagem: é preciso expor os alunos a novos pensamentos e promover a interação com cada um deles. Abaixo, veja quais são as seis questões básicas que o caracterizam. As perguntas são gerais o suficiente para que possam ser usadas em diferentes grupos etários, áreas de conteúdo e contextos de aprendizagem. Se você está explorando teorias de matemática em uma sala de aula do ensino médio, fenômenos astronômicos em uma universidade ou um livro ilustrado no ensino fundamental, basta realizar pequenas mudanças nas perguntas para promover o pensamento crítico:

1. O que está acontecendo?

Estabeleça o básico e comece a formular perguntas.

2. Por que isso é importante?

Pergunte-se por que isso é ou não significativo.

3. O que eu não vejo?

Considere, sozinho ou com outras pessoas, se há alguma informação ou perspectiva crucial que possa estar faltando.

4. Como eu sei?

Identifique como você sabe o que você acha que sabe, e como esse significado foi construído.

5. Quem está dizendo isso?

Identifique a posição da “coisa” – um orador e sua posição sobre um problema, por exemplo – e então considere como essa posição poderia influenciar o seu pensamento.

6. O que mais? E se?

Pergunte: “O que mais devemos considerar?” E “se considerarmos isso, como isso mudará X ou Y?”

Fonte: TeachThought Staff

Será que as escolas matam a criatividade?

Em uma das palestras mais populares da plataforma TED, o especialista em educação e criatividade britânico e autor do best seller “O Elemento-Chave”, Ken Robinson, fala sobre a necessidade de repensarmos os atuais sistemas educacionais. Robinson defende a ideia de que a criatividade deve ser tratada com a mesma importância que a alfabetização e que, ao punir a criança que comete erros, as escolas estão matando o lado criativo de seus alunos e desperdiçando uma série de talentos voltados às artes. “Se você não estiver preparado para errar você nunca terá uma ideia original”, garante. Em “Será que as escolas matam a criatividade?”, o especialista defende suas ideias de maneira leve e divertida. Olha só:

Como a Finlândia e a Coréia do Sul transformaram seus sistemas educacionais

Cinquenta anos atrás, tanto a Coréia do Sul quanto a Finlândia tinham sistemas educacionais terríveis. A Finlândia estava em risco de se tornar o “enteado” econômico da Europa e a Coréia do Sul havia sido devastada pela guerra civil. No entanto, ao longo do último meio século, ambos transformaram suas escolas e agora são aclamados internacionalmente por seus resultados educacionais extremamente elevados.

O MundoMaker está totalmente alinhado com o formato da Finlândia e acredita que é preciso repensar o método de ensino atual e fazer mudanças profundas. A reportagem abaixo analisa os dois modelos de educação e tem como objetivo fazer você refletir, avaliar e saber o que é feito em outros cantos do mundo.

O modelo coreano: determinação e trabalho duro, muito duro.

Por milênios, em algumas partes da Ásia, a única maneira de ascender à escalada socioeconômica e encontrar um trabalho seguro era passar por um exame no qual o fiscal agia como um “substituto do imperador”, diz Marc Tucker, presidente e CEO do National Center on Education and the Economy (Centro Nacional de Educação e Economia). O exame exigia um completo domínio de conhecimentos e era um penoso rito de passagem. Hoje, muitos dos países do confucionismo ainda respeitam o tipo de conquista educacional que é obtida por meio de um teste de cultura.

Entre esses países, a Coréia do Sul se destaca como o mais extremo, e sem dúvida, o mais bem-sucedido. Os coreanos alcançaram um feito notável: o país está 100% alfabetizado e na vanguarda dos testes comparativos internacionais nessa conquista, incluindo testes de pensamento crítico e análise. Mas esse sucesso vem com um preço: os alunos estão sob uma enorme e implacável pressão para chegar a isso. O talento não é levado em consideração, porque aquela cultura acredita em trabalho duro e diligência acima de tudo, não havendo desculpas para o fracasso. As crianças estudam durante todo o ano, tanto na escola como com tutores. Se você estuda bastante, você pode se tornar esperto o suficiente.

“Os coreanos basicamente acreditam ter que passar por esse período realmente difícil para ter um grande futuro”, afirma Andreas Schleicher, diretor de educação e habilidades do PISA e consultor especial sobre política educacional da OCDE. “É uma questão de infelicidade de curto prazo para uma felicidade de longo prazo”. Não são apenas os pais que pressionam seus filhos. A própria cultura, que tradicionalmente celebra a conformidade, a ordem e a pressão provinda de outros alunos, também pode aumentar as expectativas de desempenho. Essa atitude da comunidade se expressa principalmente na educação infantil. Nas escolas da Coréia, como em outros países asiáticos, as classes são muito grandes – o que seria extremamente indesejável para, digamos, um pai americano. Mas, na Coréia, o objetivo é que o professor conduza a turma como uma comunidade, para que os relacionamentos de companheirismo se desenvolvam. Nas pré-escolas americanas, o foco para os professores é desenvolver o relacionamento individual com os alunos, intervindo regularmente em relacionamentos entre colegas.

“Eu acho que está claro que há melhores e piores maneiras de educar as nossas crianças”, ressalta Amanda Ripley, autora de The Smartest Kids in the World: And How They Got That Way (As crianças mais inteligentes do mundo: e como elas chegaram a isso). “Ao mesmo tempo, se eu tivesse que escolher entre uma educação média dos Estados Unidos e uma educação média coreana para o meu próprio filho, eu escolheria, muito relutantemente, o modelo coreano. A realidade é que no mundo moderno, a criança vai ter que saber como aprender, como trabalhar duro e como persistir após o fracasso. O modelo coreano ensina isso.”

O modelo finlandês: escolha extracurricular, motivação intrínseca.

Na Finlândia, por outro lado, os alunos estão aprendendo os benefícios de ambos, rigor e flexibilidade. O modelo finlandês, dizem os educadores, é uma utopia. Lá, a escola é o centro da comunidade. A escola oferece não apenas serviços educacionais, mas também serviços sociais. Educação é sobre a criação da identidade do indivíduo. A cultura finlandesa valoriza a motivação intrínseca e a busca do interesse pessoal. As crianças têm um dia de escola relativamente curto e rico em atividades extracurriculares patrocinadas pela escola, porque, culturalmente, os finlandeses acreditam que a aprendizagem importante acontece fora da sala de aula. Um terço das aulas que os alunos têm na escola secundária são eletivas e eles podem até mesmo escolher em quais exames vão se matricular. É uma cultura de baixa tensão e que valoriza uma grande variedade de experiências de aprendizagem.

Mas isso não exclui o rigor acadêmico, motivado pela história de um país preso entre as superpotências europeias. “A chave para isso é a educação. Os finlandeses realmente não existem fora da Finlândia”, diz Pasi Sahlberg, educador finlandês e autor de Finnish Lessons: What the World Can Learn From Educational Change in Finland (Lições Finlandesas: O que o mundo pode aprender com a mudança educacional na Finlândia). “Isso faz com que as pessoas levem a educação mais a sério. Por exemplo, ninguém mais fala essa língua engraçada que falamos. A Finlândia é bilíngue e todos os alunos aprendem finlandês e sueco. E todo finlandês que quer ser bem sucedido tem que dominar pelo menos mais uma outra língua, muitas vezes o inglês, mas geralmente também aprende alemão, francês, russo e muitas outras línguas. Mesmo as crianças menores compreendem que ninguém mais fala finlandês e, se querem fazer qualquer outra coisa na vida, precisam aprender línguas.”

Na Finlândia, apenas um em cada dez candidatos a programas de ensino é admitido. Depois de um fechamento em massa de 80% das faculdades de formação de professores na década de 1970, apenas os melhores programas de treinamento universitário permaneceram, elevando o status dos educadores no país. Os professores na Finlândia lecionam 600 horas por ano, passando o resto do tempo em desenvolvimento profissional, encontrando-se com colegas, alunos e suas famílias. Nos Estados Unidos, os professores estão em sala de aula 1.100 horas por ano, com pouco tempo para colaboração, retroalimentação ou desenvolvimento profissional.

Como os americanos podem mudar a cultura educacional

Como o palestrante do TED, Sir Ken Robinson, observou em sua palestra de 2013 “How to escape education’s death valley (Como escapar do vale da morte da educação), quando se tratam de problemas educacionais americanos atuais “a crise de abandono é apenas a ponta do iceberg. O que não contam são todas as crianças que estão na escola, mas que estão desvinculadas dela, que não gostam dela e que não recebem nenhum benefício real dela”. Mas isto não tem que ser assim.

Como observa Amanda Ripley, “cultura é uma coisa que muda. É mais maleável do que pensamos. Cultura é como este éter que tem todos os tipos de coisas girando em torno dele, alguns dos quais são ativados e outros estão latentes. Ao acontecer um imperativo econômico, uma mudança na liderança ou um acidente na história, essas coisas se ativam”. A boa notícia é: “Nós, os americanos, temos muitas coisas em nossa cultura que apoiariam um sistema educacional muito forte, como uma retórica de longa data sobre a igualdade de oportunidades e uma meritocracia forte e legítima”, diz Ripley.

Uma razão pela qual não fizemos muito progresso academicamente nos últimos cinquenta anos é porque não foi economicamente crucial para as crianças americanas dominar sofisticadas habilidades de resolução de problemas e pensamento crítico para sobreviver. Mas isso não é mais verdade. “Há uma defasagem para as culturas poderem acompanhar as realidades econômicas, e agora mesmo estamos vivendo essa defasagem”, diz Ripley. “Então, nossos filhos não estão crescendo com o tipo de habilidades ou determinação para sobreviver na economia global”.

“Somos prisioneiros das imagens e experiências de educação que tivemos”, afirma Tony Wagner, especialista em residência no centro de inovação educacional de Harvard e autor de The Global Achievement Gap (A lacuna na conquista global). “Queremos escolas para os nossos filhos que espelhem a nossa própria experiência ou o que pensávamos que queríamos. Isso limita severamente nossa capacidade de pensar criativamente em um tipo diferente de educação. Mas não há nenhuma maneira que puxe essa linha de montagem de encontro ao mundo do século XXI. Precisamos de uma grande revisão.” De fato. Hoje, a cultura americana de escolha coloca o ônus sobre os pais para encontrar as escolas “certas” para os filhos, ao invés de confiar que todas as escolas sejam capazes de preparar nossas crianças para a idade adulta. Nossa obsessão com o talento coloca o ônus sobre os alunos para que sejam “inteligentes”, mais do que sobre a capacidade dos adultos para ensiná-los. E nosso sistema antiquado para financiar escolas faz com que os valores de propriedade sejam o árbitro das despesas por aluno, e não os valores reais.

Nas culturas de educação mais bem sucedidas do mundo, o sistema é que é responsável pelo sucesso do aluno, não apenas os pais, não apenas o aluno, não apenas o professor. A cultura cria o sistema. A esperança é que os países possam encontrar a determinação e a vontade de mudar a sua própria cultura – um pai, um estudante e um professor de cada vez.

Amy S. Choi é uma jornalista, escritora e editora freelancer do Brooklyn, N.Y. É co-fundadora e diretora editorial da The Mash-Up Americans, uma empresa de mídia e consultoria que examina a vida moderna multidimensional dos EUA.

Saiba tudo o que rolou nas oficinas de férias de 2017

Janeiro é sempre um mês intenso aqui no MundoMaker. Neste ano, cerca de 180 crianças passaram pelo nosso makerspace e desenvolveram ao máximo seu potencial criativo e empreendedor. Além de usarem técnicas de design thinking para criar e desenvolver soluções para diversos problemas e desafios, eles colocaram a mão na massa e aprenderam conceitos de robótica, programação e elétrica. Ferramentas de marcenaria, computadores e uma variedade de materiais foram oferecidos para que o trabalho contemplasse a exploração de várias habilidades!

Divididos em equipes e auxiliados pelo nosso time de 20 mediadores, os participantes concluíram projetos incríveis, como uma vending machine, um fliperama e até um parque de diversões – sempre usando equipamentos inovadores e que chamam atenção da molecada, como a cortadora a laser e a impressora 3D.

O resultado de tanto empenho foi conferido por mais de 300 pais orgulhosos, que tiveram a oportunidade de conhecer nosso espaço e viver essa experiência ao lado dos pequenos. E, se você ainda não teve a oportunidade de trazer seu filho pra cá e caso as aulas dele não tiverem começado, estamos de portas abertas para recebê-lo na semana que vem! Garantimos que será uma experiência inesquecível 🙂

7 dicas para estimular a criatividade

Não tem jeito: entra ano, sai ano, e sempre passamos por situações em que precisamos de boas ideias e elas simplesmente não fluem. Mas, não se preocupe, algumas simples atitudes são capazes de destravar a mente e aflorar nosso lado criativo. Que tal colocá-las em prática agora mesmo?

1. Ouça música

A canção certa pode mudar completamente seu estado de espírito e dar um gás para a sua mente. Se for clássica, melhor ainda. Grande parte da comunidade científica acredita que o ato de ouvir obras do compositor Wolfgang Amadeus Mozart gera um boost na criatividade, na concentração e em várias outras funções cognitivas.

2. Pratique a meditação

Aquele momento de impasse criativo pode ser resolvido com dez minutinhos de “OM”. De acordo com um estudo publicado no jornal científico Frontiers in Psychology, a atitude provoca o chamado “pensamento divergente”, processo em que a mente busca o maior número de novas ideias e soluções para um problema. Se você tem dificuldade em meditar, vale baixar algum aplicativo que facilite a tarefa, como o Headspace (disponível para Android e iOS).

3. Concentre-se em algo azul

Segundo pesquisadores da University of British Columbia, nos Estados Unidos, essa cor tem a capacidade de melhorar o desempenho de algumas funções cognitivas, especialmente no meio de uma reunião ou de um brainstorming. Os estudiosos descobriram que ela é duas vezes mais poderosa na tarefa de estimular a criatividade do que o vermelho. Motivo? O azul remete ao céu, ao oceano e a outros conceitos de liberdade, paz e tranquilidade.

4. Valorize e curta a natureza

Lembra quando você era criança e corria sem amarras pelos parques, brincando de faz-de-conta e se metendo em aventuras? Desfrutar de uma dose de verde pode trazer de volta essa sensação – e, com ela, uma imaginação surpreendente. Um estudo publicado pelo jornal científico PLOSone indicou que o contato com a natureza pode melhorar em 50% as funções cognitivas relacionadas à criatividade e à solução de problemas.

5. Exercite-se

Levantar do sofá não faz bem apenas para a silhueta. Atividades físicas relaxam a mente, que fica mais livre para resolver problemas e pensar em novas ideias. Para colher esse benefício, não basta ser atleta só aos fins de semana, ok? É preciso praticar exercícios regularmente, pelo menos três vezes por semana.

6. Escreva sem preocupação

Pegue papel e caneta e anote tudo o que vier à sua mente, sem se preocupar com revisões e afins. Descanse um pouco e, mais tarde, observe as anotações e decida quais ideias podem ser trabalhadas. Para que o exercício funcione, é preciso que ele seja feito à mão, combinado?

7. Durma!

Se você estiver em um impasse criativo, desligue o computador, coloque seu pijama e vá dormir. É durante o sono que o cérebro edita todas as informações que você absorveu durante o dia, guardando o que pode ser útil e jogando fora o que julga irrelevante. Por isso, ao acordar, suas ideias estarão mais organizadas, permitindo que você veja uma mesma situação de uma maneira completamente nova. Se não for possível dormir de verdade, vale tirar um cochilo: essa atitude estimula o lado direito do cérebro, responsável pela criatividade.

topo